Início Política Regional Rogério Lins ‘corre’ a Brasília para contestar parte da reforma tributária

Rogério Lins ‘corre’ a Brasília para contestar parte da reforma tributária

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Em vídeo, Lins manifesta sua contrariedade com parte da reforma tributária - Foto: Rogério Lins/Instagram

Nos últimos dias, a alardeada reforma tributária proposta pelo governo federal entrou na pauta de discussões mais acirradas, principalmente em razão da decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas), em colocá-la em votação no plenário daquele colegiado.
Praticamente às vésperas de tal votação, governadores e prefeitos de todo o país começaram a se mobilizar contra parte do projeto, já que identificaram pontos em que, com a mudança na arrecadação de impostos e a centralização deles nos cofres federais, o repasse às instâncias inferiores de governo (como as prefeituras) pode acabar reduzido em relação ao cenário atual.
Em sua maioria, todos têm se manifestado favoráveis à reforma, mas contrários aos itens onde são identificadas tais incongruências. Esse foi o caso, por exemplo, do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). “A espinha dorsal da proposta: tributação de base ampla, o IVA dual, o princípio do destino, a transição federativa têm a concordância. Sempre teve a concordância de São Paulo. O que a gente sempre ponderou foram questões pontuais. A gente concorda com 95% da reforma”, disse o governador que ‘correu’ para Brasília nesta semana para se reunir com os deputados federais eleitos por São Paulo.
Outro que também rumou para a Capital federal foi o prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos). Em suas redes sociais, inicialmente postou a seguinte mensagem: “Rumo a Brasília defender nossa Osasco! Tirar recursos e a autonomia dos municípios prejudicará as cidades e a população! Reforma tributária sim, mas neste formato proposto pelo governo federal, não!”.
Num vídeo posteriormente publicado nas mesmas redes sociais, Lins informa estar em contato direto com deputados, lideranças partidárias e até mesmo o governador de São Paulo para engrossar a mobilização contra os pontos desfavoráveis da reforma.

 

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