
A conquista do quarto título da Copa do Brasil de futebol no final do ano passado assegurou ao Corinthians retornar à Supercopa, competição em jogo único contra o Flamengo (RJ) que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) programou para 1º de fevereiro e que será disputado no estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF). Vencedor do Brasileirão 2025, o Mengão, em 1991, segunda temporada da Supercopa, curiosamente também esteve no caminho do Timão; naquela ocasião com os títulos invertidos: os paulistas faturaram no ano anterior seu primeiro troféu do torneio nacional, o rubro negro levantara a Copa do Brasil. O clássico “tira-teima”, promovido em 27 de janeiro, no Morumbi, terminou 1×0 para os mosqueteiros, gol de Neto.
O tetra da Copa do Brasil, a exemplo das demais três vezes nas quais o Corinthians levantou o caneco sempre como visitante, ocorreu em 21 de dezembro, no Maracanã (RJ), palco do jogo de volta da final contra o Vasco, aberta quatro dias antes com um 0x0, em Itaquera. Yuri Alberto quebrou para o time paulista o lacre da contagem, os cruzmaltinos empataram com cabeceada de Nuno Moreira, ambos na etapa inicial. Coube a Memphis Depay selar o placar em 2×1 que calou a maioria vascaína presente no estádio carioca. O esquadrão mosqueteiro ganhara as edições de 1995 e de 2009 ante Grêmio e Internacional, em Porto Alegre (RS) e em 2002 derrotara o Brasiliense, em Brasília (DF).
TROCA DE CADEIRAS
A façanha corintiana protagonizada no Maracanã também colocou o time treinado por Dorival Júnior (técnico igualmente tetra da Copa do Brasil, conquistada dirigindo Santos, São Paulo e Flamengo) na fase de grupos da Copa Libertadores da América 2026. E, ainda: a assunção direta do alvinegro para a etapa classificatória da mais importante competição do futebol continental acabou beneficiando o vice, Vasco, e ajudou a amenizar a decepção em São Januário pelo baque amargado em 21/12. O “Gigante da Colina”, após terminar o Brasileirão 2025 em 14º, ficara de fora de torneios internacionais neste ano. Entretanto, a vitória adversária permitiu que se abrissem as portas para o ingresso cruzmaltino na Sul-Americana ocupando a vaga que seria justamente do onze paulista, 13º da Série A.







































