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Instalação de placas solares em escolas e equipamentos públicos inicia nova fase em Santana de Parnaíba

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Depois do Refeitório, placas também começam a ser instaladas no prédio principal do Centro Administrativo Bandeirantes - Foto: Secom/PMSP

Em dezembro de 2025, a Prefeitura de Santana de Parnaíba começa a divulgar sua iniciativa em implantar em prédios públicos a instalação de placas solares com o objetivo de gerar energia limpa e renovável no município. Naquela oportunidade, a administração municipal anunciava que tais instalações seriam concluídas em 48 estabelecimentos públicos, sendo 47 colégios municipais e um no Complexo Logístico, onde se instalava a maior usina do gênero.
No final da semana passada, a nova informação divulgada era que, nesta primeira fase, “já foram instalados 48 sistemas fotovoltaicos em unidades da rede municipal de ensino e em outros equipamentos públicos. Dessas, 23 já receberam os novos medidores da concessionária e estão efetivamente gerando energia”, diz material encaminhado à imprensa.

PRÓXIMA ETAPA

Ressaltando que “o projeto tem como principais objetivos ampliar o uso de fontes renováveis, reduzir os impactos ambientais e promover economia aos cofres públicos por meio da diminuição dos gastos com energia elétrica”, a Prefeitura de Santana de Parnaíba também informou que novas etapas devem contemplar, ainda, outras importantes estruturas administrativas da cidade: como exemplo, cita que no Refeitório do Centro Administrativo Bandeirantes (CAB) cerca de 100 placas solares já foram instaladas e a obra encontra-se em fase final de conclusão. Já a partir desta semana teria início a instalação do sistema no prédio principal do CAB, que receberá aproximadamente 1,2 mil placas solares em sua cobertura.
A expansão do programa prevê ainda a implantação de sistemas fotovoltaicos em outros equipamentos públicos estratégicos, como as secretarias de Transporte e Trânsito e de Operações Urbanas, além do Poupatempo, do Complexo Esportivo Central e dos terminais rodoviários Centro, Fazendinha e Alphaville.
A expectativa da administração pública é que essas novas instalações sejam concluídas gradativamente até o final de 2026 e que todo o conjunto possa gerar uma economia de R$ 20 milhões ao ano em relação aos custos atuais em energia elétrica.