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Região pode ter ‘Dia D’ de prevenção às drogas, sugere Cioeste

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Gregorio (sentado ao centro, camisa de mangas compridas) enalteceu importância dos coordenadores das câmaras técnicas: “fazer sentido para os municípios” - Foto: Divulgação/Cioeste

Postura que vem adotando desde sua posse como presidente do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste), Gregorio Maglio reuniu novamente os coordenadores das câmaras técnicas da entidade, com o propósito de alinhar prioridades e consolidar ações conjuntas entre os municípios da região que representa.
O encontro aconteceu na segunda-feira, 13/4, na sede do Cioeste, em Alphaville, e diversas ações foram enaltecidas pelos dirigentes, com ênfase na área da segurança pública. Ao lado do secretário-executivo Jorge Lapas, Gregorio debateu – por exemplo – a proposta de ações integradas de enfrentamento ao uso de drogas, incluindo a criação de um “Dia D” regional, além do fortalecimento de iniciativas voltadas à saúde mental dos efetivos das Guardas Civis Municipais (GCMs). Também foi apresentada a implantação de uma nova estrutura voltada ao monitoramento e à atuação conjunta das forças de segurança.
A reunião evidenciou a necessidade de atuação intersetorial em temas sensíveis, como a abordagem de pessoas em situação de rua e o atendimento a dependentes químicos, reforçando a articulação entre segurança pública e assistência social.
Iniciativas em outras áreas também foram debatidas, como no campo do turismo e da cultura, com o avanço na criação do Observatório Regional do Turismo; ou o Circuito Esportivo Cioeste, a Copa do Cioeste de futebol de várzea, ciclos de corridas de rua, tudo na área esportiva.
Na Defesa Civil, destacou a importância da estruturação de uma rede regional de monitoramento meteorológico e,
Na área da saúde, foi reforçada a necessidade de integração regional no transporte ambulatorial e na compra compartilhada de insumos.
Ao encerramento do encontro, Gregorio destacou o papel estratégico do consórcio na articulação regional: “Tudo o que for de interesse coletivo precisa nascer das câmaras técnicas e fazer sentido para os municípios. Esse é o caminho para avançarmos com eficiência e resultado”.